Os desafios de trabalhar visual de loja

Os desafios de trabalhar visual de loja

Conversamos com a Juliana Cunha da PDV Brasil Arquitetura de Varejo, e descobrimos um pouco dos desafios encarados em Visual Merchandising, e como superá-los.

Muitas vezes não temos consciência de todas as atividades e desafios que permeiam trabalhar o visual de uma loja. Não se trata apenas de senso estético, mas da aplicação de muito conhecimento, experiência e técnica.

Trabalhar efetivamente em visual para lojas significa investir em ações que geram resultados na percepção dos seus clientes, dos seus colaboradores e nas suas vendas. É um caminho desafiador, mas muito gratificante em resultados.

Então por onde começamos a trabalhar o visual de loja?

Tudo parte do cliente. Do ponto de vista de um escritório de arquitetura especializado em projetos de varejo  e  Visual Merchandising, como é a PDV Brasil Arquitetura de Varejo, o cliente é o lojista em si, então é importantíssimo entender as suas necessidades e vontades dele para iniciar um projeto.

Uma das maiores preocupações ainda no início de um projeto é a identidade visual. Ela dará o  norte em diversos aspectos visuais para o arquiteto ou VM, então definir quais características são principais e que identificam a sua marca é essencial para se trabalhar o visual de loja de uma forma realmente efetiva.

Se você é lojista, é importante lembrar que a sua loja deve ser pensada para o seu cliente. Quando pensar nas características que para você são importantes no visual de loja, lembre-se que elas devem atender as necessidades do seu público, e não necessariamente as suas.

Outro passo que deve ser dado ainda no começo é pensar em como será dada a organização dos produtos na loja e como funcionará o fluxo de consumidores pela loja.

A partir da definição destas questões, já possuímos maior clareza dos próximos passos que devem ser dados, como mobiliário da loja, decoração e sinalização.

Visual Merchandising como ferramenta de Marketing

Já citamos que pensar em visual de loja trata de questões como conhecimento, técnica e experiência. Isso porque Visual Merchandising é uma ferramenta de Marketing, no sentido mais objetivo do termo.

Isso significa que um projeto de Visual Merchandising só é efetivo se existe muito planejamento e se ele se propõe a cumprir um objetivo claro. Esse objetivo pode ser otimizar o fluxo dentro da loja, melhorar a percepção dos consumidores ou auxiliar no lançamento de produtos de destaque. Todos esses objetivos podem ser alcançados com um bom trabalho de Visual Merchandising.

Com tudo isso em mente, vale ressaltar que Vitrinismo e Visual Merchandising não são a mesma coisa. Enquanto o primeiro se preocupa com a montagem estética de mostruários e produtos com o objetivo de chamar a atenção do cliente, o outro é uma ferramenta de marketing completa e ampla, que se usada em sua totalidade pode gerar resultados em diversos aspectos de um estabelecimento.

Considerando o portfólio de produtos.

Outra questão importantíssima a ser considerada é o portfólio de produtos.

Isso porque trabalhar a exposição não é simplesmente espalhar o produto de maneira quase aleatória. Devemos considerar quais os produtos estão sendo expostos, o nível de destaque que queremos dar a cada um, quem é o público e a acessibilidade para esses produtos.

A partir dessas considerações, os produtos são divididos em diferentes categorias de exposição, em altura e profundidade e a exposição é montada.

Esse é um passo primordial no trabalho de Visual Merchandising. A exposição planejada de itens otimiza a visibilidade dos produtos certos em uma loja, aumenta sua rentabilidade e causa um impacto positivo na experiência do consumidor.

O mobiliário certo pode fazer toda a diferença

Outro fator chave é o mobiliário. Ele influenciará no visual, na forma de expor produtos e no fluxo da loja.

Evidentemente, um mobiliário deve apresentar uma boa qualidade e resistência. Afinal, ele suportará os produtos da loja. Mas existe uma característica menos óbvia que faz toda a diferença: a flexibilidade.

Aqui, nós empregamos o conceito de flexibilidade ao mobiliário como uma forma de superar um dos maiores desafios que escritórios de arquitetura e visual merchandising enfrentam no dia a dia: Como diferenciar o visual de diferentes lojas, quando a gama de possibilidades de mobiliário no mercado é limitada?

A resposta: usando conhecimento.

Conhecer profundamente o mercado e as possibilidades que ele oferece é a única forma de ser capaz de atender diferentes clientes e não entregar exatamente o mesmo resultado a todos eles.

A Juliana da PDV Brasil ressalta: “Um dos nossos maiores desafios hoje é atender diferentes clientes e entregar soluções personalizadas a cada um deles. É não dar exatamente a mesma cara a todos os clientes que atendemos”

Mobiliários com sistemas modulares, por exemplo, apresentam um alto nível de flexibilidade. Eles podem ser montados de diferentes formas, e podem ser combinados com marcenaria ou acessórios diversos, garantindo um resultado único a cada projeto.

Supere os desafios, alcance resultados

Pensar em visual de lojas certamente é um desafio e tanto, mas os resultados aparecem. Trabalhar o visual merchandising de forma consciente e planejada é essencial para se diferenciar da multidão no mercado.

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Nós agradecemos a contribuição da PDV Brasil Arquitetura de Varejo, que foi essencial para o desenvolvimento dessa matéria.

A PDV Brasil é um escritório de arquitetura voltado para o varejo, e é parceiro no CICLO – nosso programa de Relacionamento com arquitetos, profissionais de visual merchandising e designers de interiores.

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